Lua de mel – Parte 6 – Mendoza, Uruguaiana, Curitiba

Dados deste roteiro

  • De Mendoza a Curitiba
  • Distância: 2482 km rodados
  • Rota: Saída de Mendoza pela Ruta 7, aí o GPS nos enviou para o lugar errado, portanto, não temos a rota até Rio Cuarto, onde nos localizamos e pegamos a Ruta 158 até San Francisco, entramos na Ruta 19 até Santa Fé, onde pegamos a 168 por um curto trajeto até San Bento, onde viramos na Ruta 12 até uma encruzilhada que entramos na Ruta 127, que vira a 14, um pouco mais a frente entramos na 117 e fomos até Uruguaiana, pegamos a BR 472 até São Borja, BR 285 até Lagoa vermelha, BR 470 até Palmares, SC 452 até Fraiburgo, SC 355 até Lebon Regis, SC 350 até Sepultura, e 116 até Curitiba.
  • Principais cidades do trecho: Mendoza, San Luis, Rio Cuarto, Santa Fé, Federal, Liberdad, Uruguaiana, São Borja, Passo Fundo, Mafra, Curitiba.
  • Nota para Estradas: De Mendoza a Uruguiana: 7,5. De Uruguaiana a Curitiba: 5
  • Nota para Hotéis: Park Hyatt Mendoza: 9. O quarto estava com cheiro de cigarro. Hotel da fronteira – Uruguiana: 8. O ar condicionado salvou nossa vida!

 

Nosso relato

Saímos de La Serena, e fomos em direção a Mendoza!

A estrada passa por serras, montanhas com neve no topo, e também pelo famoso Caracoles.

Caracoles
Caracoles

Rodamos em torno de 200 km e nos despedimos de vez do deserto, apareceram mais árvores, rios, a paisagem marrom deu a vez para o verde!

Argentina
Argentina

Chegamos na Aduana, que foi a maior que passamos, fizemos todo o processo e partimos. Esse trecho passa perto do Aconcágua, a montanha mais alta da América,  um dia voltaremos lá para subi-la! Paramos em um vilarejo chamado Puente Del Inca que é de onde saem algumas das expedições que sobem a montanha, comemos algo e ficamos apreciando as fotos do Aconcágua que fazem parte da decoração do local. O dono da hosteria onde comemos foi um dos fundadores do clube de guias do Aconcágua, definitivamente voltaremos lá!

Aconcágua
Aconcágua

Há um rio que acompanha muitos quilômetros da estrada, com bastante correnteza, e que desemboca em um grande lago, onde muitas pessoas praticam esportes náuticos, e algumas nuvens começaram aparecer no céu.

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Chegamos a Mendoza, o Luiz havia pesquisado alguns hotéis na internet, e como era nossa lua de mel, resolvemos nos hospedar em um bom hotel por 2 dias!

Aí então deu-se inicio a uma gafe:

Fizemos o check-in, pagamos o valor de 2 diárias, subimos para o quarto e pensamos:

– O valor deste hotel 5 estrelas está muito barato, pagaríamos muito mais caro no Brasil.

Nos arrumamos e fomos passear no Casino do hotel, nossa primeira vez entre as máquinas caça niqueis e algumas poucas mesas abertas.

Achamos o Cassino um ambiente totalmente pesado. Percebemos que algumas pessoas que estavam ali eram viciadas em jogos e isso nos deixou tristes, saimos do local e fomos conhecer as áreas de lazer do hotel.

Voltamos para o quarto e falamos sobre o valor da diária, e aí caiu a ficha, a cotação do peso argentino tinha aumentado! No começo da viagem conseguimos o peso Argentino por um bom valor, mas já tinha acabado e precisamos comprar mais, e infelizmente o havia aumentado, e além disso, estávamos fazendo a conversão do peso Chileno. Pegamos a calculadora, fizemos as contas certas, e resolvemos ficar só uma noite naquele hotel rsrs

Acordamos cedo no outro dia, e comemos o melhor desjejum da viagem! Procuramos algumas vinícolas para visitar e comprar vinhos famosos da região, mas nenhuma estava aberta e disseram que seria muito complicado sem guias ou sem agendar com antecedência. Acabamos comprando vinhos e lembranças em uma simpática loja na saída da cidade, onde o vendedor ainda fez piadas sobre as chances das seleções do Brasil e da Argentina na copa que estava por vir.

Abastecidos, demos partida no LandCelta, e fomos em direção a Uruguaiana, Rio Grande do Sul, Brasil!!

O GPS nos pregou uma peça, nos mandou por caminhos “alternativos”. Por estrada que não estavam em boas condições e algumas de chão cortadas por riachos, onde o LandCelta não conseguiu passar, demos a volta, e encontramos outro carro que também estava perdido por conta do GPS, voltamos até uma rodovia principal, nos orientamos pelo mapa do celular, pois não havia ninguém por perto para nos ajudar. Chegamos em uma cidade grande, onde pedimos informações e pegamos a rota certa.

Neste trajeto também há vários quilômetros de retas. Novamente passamos por trechos de plantações, mas desta vez tivemos libélulas suicidas no lugar das borboletas, e junto com elas muitos pássaros desatentos atravessando a estrada o tempo todo. Além das inúmeras libélulas, infelizmente o LandCelta foi o algoz de 3 pássaros que não conseguiram sair do caminho a tempo.

No meio desse novo trajeto começou a chover, estava alagado ao lado da estrada, com muitas árvores caídas e bastante destruição por todos os lados. Resolvemos parar numa cidade chamada Rio Cuarto, que também tinha inundações, encontramos um hotel onde nos contaram que as árvores e a destruição eram resultado de um temporal da semana anterior, a região ainda estava se recuperando e a chuva novamente alagava alguns lugares. Dormimos, tomamos café da manhã, que era um croissant que grudava no céu da boca, e fomos para Uruguaiana.

No caminho ainda paramos em Victora, onde paramos almoçar e tomamos um café no Café Martinez!

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Chegamos na divisa da Argentina / Brasil, fizemos todo o processo da Aduana e fomos em busca de um hotel em Uruguaiana. Graças a Deus ficamos em um quarto com ar condicionado, que calor, foi a cidade mais quente que ficamos, eram 20:30 hrs e estava 35 graus. Fomos jantar e tomamos a cerveja mais gostosa da nossa vida, super gelada e com o copo congelado, refrescou a nossa alma!

No outro dia, pegamos a estrada, e foi o trajeto mais longo que fizemos, rodamos 1.116 km até Curitiba! Haa como o ar condicionado fez falta neste trajeto. A Débora jogava água em nossas cabeças para tentar refrescar um pouco. Foi a pior estrada que pegamos em toda a viagem, cheia de buracos! Foi o percurso mais sofrido, até podíamos ter parado em alguma cidade para descansar, mas queríamos dormir no conforto da nossa casa!

Chegamos em Curitiba aproxidamente ás 2 hrs do dia 31 de dezembro. Dormimos muito bem naquele dia, afinal, que viagem louca para uma lua de mel não?

Casal VAVUA
Casal VAVUA

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